quarta-feira, 26 de junho de 2019

Reflexão da prática

Meu trabalho de TCC, fala sobre a construção de regras a partir dos jogos.
Essa escolha foi realizada através de pontos observados ao longo do meu estágio, onde as crianças necessitavam desenvolver noções de regras.
Esse trabalho me fez refletir ainda mais sobre a importância do brincar e quanto as crianças podem se desenvolver brincando/jogando. Isso vem de encontro com uma postagem reflexiva que realizei no semestre passado, onde ressalto a importância do brincar e o quanto o mesmo desenvolve uma criança.
As crianças aprendem nos mais variados momentos, e no brincar independente de ser de maneira dirigida ou espontânea ela também se desenvolve.

Segue o link da postagem: https://caminhadadoaprender.blogspot.com/2019/02/reflexoes-3.html

Orientação

Minha orientadora, fez muito mais que um trabalho de orientação, pois me fez refletir sobre as minhas potencialidades, me dando alternativas, para seguir o trabalho e não desistir tão perto do tão sonhado canudo.
Marquei um encontro presencial, e expressei tudo que estava sentindo e alguns de meus problemas particulares.
Ela compreendeu num primeiro momento e me deu força, dizendo que estaria ali para me ajudar.
Ainda permaneci bloqueada por mais um longo período, mas depois que baixei a cabeça e analisei que realmente não poderia desistir tão perto, consegui inciar e dar seguimento ao meu trabalho.

TCC x Folha em branco

A escrita do TCC na orientação presencial, me pareceu ser algo trabalhoso, mas não assustador, refleti minha postura como aluna nos últimos semestre e reconheci minhas falhas. Por este motivo, idealizei fazer tudo diferente, mas infelizmente nem tudo saiu como eu planejava.
Ao receber as orientações online, e abrir a página para iniciar a escrita, isso me bloqueou completamente, não sabendo nem por onde começar.
Neste momento me senti uma verdadeira incapaz, internalizei isso e travei, passando dias sem escrever sequer uma linha e relutando maximo para inciar a escrita.

TCC

A chegada do tão esperado e tão temido TCC.
Neste semestre inciei com encontro presencial com minha orientadora Profª Luciane Corte Real. Num primeiro momento achei um trabalho e tanto, e com as dificuldades de acesso a internet, isso me assustava, pois sabia que o TCC é uma construção contínua, mas aos poucos fui conseguindo me organizar para realizar a escrita do meu trabalho.
Pretendo desenvolver um bom trabalho, e que eu consiga me formar este semestre com as minhas colegas.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Reflexões #3

Refletindo sobre o brincar, no 3º semestre escrevi sobre o brincar aqui, hoje continuo achando que o brincar é importante.


Brincar é muito importante!

Já sabia disso, tinha conceito formado que a brincadeira na educação infantil deve ser levada de forma seria, justamente porque é fundamental para o desenvolvimento dos pequenos, de forma ampla e lúdica. Eles aprendem brincando. Sabemos que brincar é fundamental para o desenvolvimento afetivo e cognitivo da criança, logo o brincar é muito importante e ele tem que fazer parte em qualquer etapa de desenvolvimento do sujeito. Brincar é importante até para o adulto. De acordo com os estudos de Jean Piaget (1984), a atividade lúdica é um princípio fundamental para o desenvolvimento das atividades intelectuais da criança sendo, por isso, indispensável à pratica educativa.

No momento do estágio obrigatório, tive mais clareza do quanto brincar é importante. Todas as atividades desenvolvidas durante as semanas de prática, foram relacionadas ao brincar. E o brincar é tão importante, pois brincando a criança constrói conhecimento, através de algumas brincadeiras, podem desenvolver o raciocínio logico,  através da brincadeira podemos observar o que a criança quer nos dizer, pois muitas vezes eles mostram a realidade deles brincando, segundo Winnicott (1971) “É no brincar, e somente no brincar, que o indivíduo, criança ou adulto, pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral: e é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu (self)”.




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Reflexão 1º semestre #2

Pensando sobre Aprendizagem



Aprendizagem é um processo de interação do sujeito com o meio que o cerca, sua cultura e suas habilidades, baseada em experiência e construção do saber. E essa aprendizagem ocorre quando acontece a interação dos saberes e das habilidades do sujeito. Existem muitas teóricas que explicam a construção da aprendizagem, como a teoria do Piaget e a do Vygotsky, que fala sobre a zona de desenvolvimento real e da zona de desenvolvimento potencial.

Penso que a relação de desenvolvimento é aprendizagem é direta, a aprendizagem que faz com que o sujeito se desenvolva. E também de acordo com seu desenvolvimento que o sujeito vem a aprender. E assim vão construindo o seu conhecimento.

Não temos como não pensar em Paulo Freire ao pensarmos sobre aprendizagem. Não existe ensino sem aprendizagem. E isso é fato. E fazer com o sujeito aprenda e desenvolva sua aprendizagem é um processo dialógico com o sujeito que ensina. Seja formal ou informal. E esse processo é onde há interação entre o conteúdo, as vivencias e a bagagem cultural e social. Como sabemos também o afeto é fundamental para o sujeito aprender e consequentemente se desenvolver, ao estudarmos Wallon e a Pedagogia do Afeto compreendemos melhor isso.  Pois são com essas interações entre os pares que nos tornamos sujeitos capazes de aprender. O ensino na escola deveria ser uma troca de saberes e uma construção social do sujeito e fazer com que este aluno possa a vir construir seu conhecimento, tendo sua bagagem social e cultural valorizada. Um ensino que parta disso e não só de um currículo formal. Uma articulação com a psicologia também, para que possamos vir a entender esse sujeito e suas fases

Reflexão 1º semestre #1



Escrevi esse texto no primeiro semestre, na interdisciplina de infâncias. Pensando sobre ele agora, percebo que a infância está cada vez mais sugada pelas mídias. Não se vê mais crianças brincando na rua com aquelas brincadeiras do passado. Só se vê crianças usando seus tablets e celulares, vendo galinha pintadinha e deixando os pais sossegados.

Sabemos também que isso da mídia estar sugando as crianças, vem das classes sociais. Trazendo a questão de classe pra pós modernidade. Não se vê as crianças da periferia sentadas com seus tablets.

Ou seja essa infância é uma construção com suas interações  sociológicas que essa infância passa para se desenvolver, sendo a infância o objeto de estudos que vem se transformando com o passar dos tempos e se alterando também sofrendo intervenções da sociedade midiática atual. As crianças são parte da sociedade e do mundo e é possível conectar a infância às forças estruturais maiores  justamente nessa interação num nível macro, que significa estrutura, onde essa infância interage e sofre influencia diretamente da economia, questão de urbanização das cidades, atendimento à saúde, políticas, globalização. E a interação acontece justamente dessa forma, a criança sofre influência direta da sociedade, da economia e não pode ficar no limbo analítico, é necessário que se atente para as condições de vida dessa infância e trabalhando com a formação tanto intelectual dessa criança quanto psicológica (interação entre o macro e o micro), sabemos bem as consequências psicológicas (micro) para a criança com pais que sofrem o desemprego (macro). E mesmo com tudo que sabemos e pensando sobre infância, as crianças são categorizadas como um grupo minoritário e penso que não podemos mais negligenciar essa infância, principalmente nós professores que temos uma grande responsabilidade de “auxiliar” e construir essa cultura para que dessa forma essa criança possa vir a entender as estruturas e o que vem dela e como lidar com isso na sociedade. Essa conexão do insight das experiências diárias da criança e nossa sociedade moderna.

Dentro da sala de aula, devemos saber misturar, as mídias e as brincadeiras antigas, favorecendo todas as crianças e deixando a infância dessas crianças mais leve e lúdica.