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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Projeto de Aprendizagens

Trabalho com uma turma de Maternal composta por dez alunos com faixa etária entre 2 e 4 anos.
A escola onde trabalho tem apensas duas turmas, Maternal com dez alunos e Jardim com 21 alunos. Por esta razão uma vez por semana fazemos rodinhas coletivas, e outras atividade que possam integrar o grupo.
Este ano entrou um aluno novo no Jardim, e este aluno nasceu com os pés congênitos, passou por intervenções cirurgicas quando menor,  enfrentou algumas dificuldades para se adaptar a caminhar,faz acompanhamento semana com fisioterapeutas.
A questão é que pelo fato do Luiz usar uma bota ortopédica, e caminhar "diferente" acabou despertando a curiosidade das turmas, então percebemos que deveríamos aproveitar essa curiosidade e trabalhar o tema Diversidade na escola, de uma forma mais abrangente.
Este projeto além de extramente interessante, apresenta uma oportunidade incrível de começarmos um trabalho de "quebra" de preconceito, embora em todos os projetos seja trabalhado a questão do respeito, ética e preconceito, este trabalho dará a oportunidade das crianças conhecerem melhor algumas das muitas diferenças existentes e que presenciarão ao longo da vida, e assim desconstruir aos poucos o preconceito.


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Projeto de Aprendizagem - Psicologia da Vida Adulta

Tivemos uma aula muito interessante na Interdisciplina Psicologia da vida Adulta.
Foi nosso primeiro encontro presencial, e neste encontro conversamos sobre as curiosidades da turma dentro da interdisciplina, junto a professora montamos um quadro com diversos temas para serem abordados.
Depois de citarmos os temas, nos dividimos em grupo e escolhemos cada grupo um tema para trabalhar e realizar um Projeto de Aprendizagem. Entre os temas, foram escolhidos os seguintes temas pelos grupos: Ansiedade, estresse, idosos, frustrações, novas estruturas familiares, maturidade feminina e masculina, síndrome de peter pan, dificuldade de aceitar mudanças e depressão.

O tema escolhido por meu grupo foi novas estruturas familiares.

Nesta mesma aula ja montamos a primeira parte do projeto, o quadro de certezas e dúvidas.

Título: Novas estruturas familiares
Certezas provisórias
Dúvidas

  • Modelo de família mudou;
  • Família são laços afetivos;
  • Nem todas as estruturas familiares são aceitas;
  • O meio cultural e religioso interfere no modelo familiar;



  • O que é família?
  • Família é composta de laços sanguíneos?
  • Quais são as estruturas familiares existentes?
  • Qual o modelo “correto” imposto pela sociedade?

Este trabalho nos trouxe muitos novos conhecimentos. Mas o mais importante foi a troca realizada através das pesquisas, pois nosso grupo é bastante diversificado, e as opiniões são bastante diferentes em relação a alguns assuntos.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Brincar é importante porque...

Hoje em dia, muitos pais questionam o motivo das crianças irem para escola brincar, e não compreendem que o brincar é algo extremamente importante.
Acreditam alguns que brincar é perda de tempo, e as crianças estão na escola para aprender e não simplesmente brincar.

O brincar para as crianças ajuda elas a se desenvolverem em diversos aspectos, emocionalmente, pois tendem a compreender e saber lidar com suas frustrações, ajuda a criar laços, estimula a afetividade, desenvolvem as linguagens, oral, visual, matemática e outras, desenvolvem a coordenação motora ampla e fina, ajuda eles a se expressarem corporalmente, possibilita o acesso a novas culturas, ampliando seu conhecimento cultural, além de causar um sentimento de prazer e satisfação enorme para os pequenos no momento das brincadeiras, sendo elas dirigidas ou livres.

As crianças na educação infantil e séries inicias, estão em uma fase constante transição, é uma fase de descobertas, das curiosidades, onde eles querem explorar tudo aquilo que podem, se dar a liberdade de mexer, sentir, explorar, e tudo isso, vai fazendo com que eles estejam sempre aprendendo algo novo. O aprender não está restrito somente em atividades escritas, como no caso das série inicias, ao quadro e giz, o ler e copiar, pois na maioria das vezes esse tipo de atividade não é nenhum pouco atrativo para eles, e acaba se tornando algo massante, pesado, e quando algo não é interessante, de uma forma natural as crianças vão perdendo o interesse, bem como acontece também com nós adultos, então, imagine para uma criança, e quando não temos interesse em algo, acabamos não prestando atenção, e o aprender se torna mais difícil.
Em alguns momentos quando as crianças estão saindo da educação infantil, e indo para as séries iniciais, elas sentem muito a diferença, já começando pelo ambiente que dependendo do professor, perde um pouco do colorido, e o formato de classes em fileiras ou duplas, onde não se enxerga o colega que se senta atrás, e as brincadeiras e rodas com música vão se tornando algo cada vez mais distante, e nesse momento que os professores, junto aos familiares, devem estar atentos para que o brilho e o encanto do brincar não se perca, para que a vontade de explorar e sentir coisas novas, não se deixe ir embora.
Alguns pais questionam aos professores, quando os filhos sentem certa dificuldade, ou não estão apresentando o desenvolvimento que eles gostariam que tivesse. E muitas vezes isso acontece devido a frustração após a saída da educação infantil, onde a criança quando esta prestes a se formar, imagina mil coisas, do quanto pode ser legal a escola, chega com aquela vontade de aprender a ler, e quando se depara com um ambiente que não existe o brincar, acaba se frustrando e perdendo aquele encanto, fazendo com que acabe apresentando dificuldades futuras.
Por isso pais, professores e familiares, não permitam jamais que as crianças percam este encanto, pois são muitas vezes naquelas brincadeiras que julgamos simples, que eles provavelmente estarão aprendendo, e não precisa deixar de lado o ensino e tornar tudo um lugar para brincar, mas permitam que ambos possam caminhar juntos, e as nossas crianças possam aprender cada vez mais brincando.



 


“Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino”
(Paulo Freire)